terça-feira, 9 de novembro de 2010

Publico de arquivo

Estou muito ocupado nos últimos dias, tenho que cuidar quase pessoalmente de um outro blog, este daqui, e não tenho mais tempo de ficar cuidando deste blog que é uma paixão que tenho.
Porém hoje estava eu a assistir uma palestra sobre museologia e educação ( galera eu amo amar a Muselogia) e tive um devaneio filosofal e epistemológico e decidi postar aqui no blog.
Sabem eu estava pensando em usuários de arquivo e o público de museu, isso foi me corroendo e aí me bateu uma ideia meio maluca.
Sintam só o meu questionamento: - Quando ocorrem visitas guiadas em arquivos, aquelas em que as professoras levam suas crianças para conhecerem o arquivo, então esses tipos de usuários poderiam ser classificados como público ou como usuário?
Parem para pensar, o público do museu ainda que utilizem a informação que recebem de uma exposição eles não vão ao museu para utilizar tacitamente a informação. Já o usuário de arquivo vai até ele para usar a informação, independe de sua utilidade jurídica administrativa, social ou acadêmica.
Já o visitante de uma visita guiada em arquivo ele se assemelha muito ao público do museu. Pois ele não vai usar a informação e sim conhecer os documentos, a história, a memória; assim como também o publico do museu.
Será que há então um novo ser estranho no arquivo? Não sei ainda se há pesquisa nesta área.
Galera não é nada acadêmico é só um pensamento meu.

Fiquem na paz de Deus e visitem o outro Blog o tema dele é diplomática e cemitério.

domingo, 24 de outubro de 2010

Sucesso do IV CNA


Talvez alguém me pergunte: - qual foi o maior sucesso no IV CNA? Eu responderei sem sombra de duvidas que foi o stander de vendas da loja virtual “Era Digital”.
A loja vendeu muito e muito mesmo. Nunca na minha vida tinha visto tanto livro de Arquivologia, Ciência da Informação e Administração juntos em um só lugar. Por esse motivo que a loja fez tanto sucesso, pois não se encontra em lugar algum uma bibliografia especializada em arquivos.
Além de tudo as vendedoras dos livros eram muito simpáticas e bonitas o que facilitam as vendas e a comunicação.
Aqui fica o link da loja para que vocês comprem alguns títulos.

sábado, 23 de outubro de 2010

IV Congresso Nacional de Arquivologia

Entre tantas aventuras que participo, uma das mais importantes e que mais me marcou foi ter realizado uma pesquisa científica sobre políticas públicas de arquivo no âmbito do Legislativo Federal. O mais marcante ainda foi apresentar este trabalho no IV Congresso Nacional de Arquivologia, realizado em Vitória/ES.
Este trabalho foi realizado quando cursava o quarto semestre de Arquivologia na Universidade de Brasília, não realizei este trabalho sozinho, o fiz com a Kathyanne e com a Thaís – duas amigas que me aturaram e com as quais fiz fortes laços de amizade.
Para mim foi inesperado ter meu resumo aprovado no eixo temático de Políticas Arquivísticas e maior foi minha surpresa quando fomos convidados a apresentar nosso trabalho no III Encontro de Arquivos do Poder Legislativo, encontro paralelo realizado no próprio CNA.
Espero brevemente estar postando um link aqui para que vocês baixem este trabalho.

sábado, 2 de outubro de 2010

Método Daiane dos Santos


Depois de uma aula com o Renato parei para pensar em um estagiário de arquivologia devolvendo uma caixa arquivo para uma estante - só que não da maneira usual – o estagiário pega a caixa dá uma pirueta e um salto Daiane dos Santos e arremessa a caixa de volta à estante.
Muito me intriga...
Porém essa é uma crítica feita por muitos ao conceito de métodos de arquivamento. Segundo alguns o arquivamento é quando se guarda o documento em uma caixa ou pasta e conduze-o ao arquivo.
Será que existem vários métodos de se realizar este ato?
Bem que de vez em quando uns estagiários dançavam um forró com a caixa no braço...
Mas voltando ao assunto é necessário que se descreva melhor certos conceitos arquivísticos ou nós, arquivistas, ficaremos imaginando coisas mirabolantes sobre eles.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Designe emocional


Esse semestre entrei em uma aventura chamada usabilidade. Nessa discussão sobre se um arquivo possui usabilidade ou não foi me apresentado um conceito amplo e recente, o conceito de design emocional.

Para aqueles que ainda não sabem o que seria o design emocional uma possível explicação seria a formação ou o pensar em construir produtos de forma a visar a interação com o usuário e até mais que isso, o design emocional tenta fazer com que o usuário se identifique com o produto final e esse lhe traga boas sensações.

Fiquei pensando como seria um arquivo que possui um design emocional?

Um arquivo colorido...

Um arquivo com samambaias...

Talvez esse conceito não seja apenas aplicado no ambiente do arquivo mas também nos instrumentos de divulgação e promoção do arquivo.

Ainda irei formar uma opinião a respeito da usabilidade e sua possível interação com os arquivos. E logo postarei aqui minha nova descoberta.